O comandante sub-regional das Terras de Trás-os-Montes da Proteção Civil, Noel Afonso, adiantou, à Lusa, que o fogo arde numa “zona isolada” e não ameaça aldeias ou habitações.
Ainda segundo a mesma fonte, a maior dificuldade foi o vento que se fez sentir na parte inicial do incêndio e a dificuldade de acessos, no entanto, reconhece que a situação já esteve mais complicada.
Às 15:03, o fogo mobilizava 103 operacionais, apoiados por 33 meios terrestres, dos quais sete máquinas de rastos, e seis meios aéreos.
O incêndio deflagrou pouco depois do meio dia.
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