Está previsto que em abril as obras já estejam concluídas e, durante este período, está a ser assegurado um serviço de transporte rodoviário alternativo. Contudo, os negócios continuam em andamento e necessitam de clientes para sobreviver. Desde essa altura, há quem se queixe de estar a perder clientela por causa desta interrupção. A VTM esteve em Peso da Régua e falou com comerciantes e taxistas.
Com o negócio em quebra, a interrupção da linha veio agravar ainda mais o negócio dos taxistas. Carlos Pinheiro é um deles e todos os dias está na estação de Peso da Régua à espera de clientes.
À VTM o taxista revelou que desde que a linha está encerrada tem dias em que não tem um único cliente. “O transtorno de andar a mudar de malas do comboio para os autocarros faz com que as pessoas optem por ir de carro próprio ou então arranjar outra alternativa”.
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