As fotografias foram tiradas ao longo de vários anos e provam que “o Douro não é apenas o rio e as paisagens”.
“O Douro não pode ser conhecido nem de barco, nem de carro. É preciso caminhar. Só assim é que se conhece verdadeiramente o Douro”, garante o fotógrafo, para quem esta exposição “explora o Douro numa perspetiva que a maioria das pessoas não conhece. Estas fotografias foram tiradas em horas específicas, pois eu queria captar a luz perfeita e bastava passarem cinco minutos que já não era a mesma coisa”.
Para Fernando Seara, diretor do museu, a exposição retrata o Douro e a sua verdadeira essência. “É o reflexo do Douro e do João Paulo, que dedicou toda a sua vida à região. Cada fotografia capta tudo o que Douro é e não apenas o que a maioria das pessoas conhece”, vinca.
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