Natural de Vila Real, a jovem escritora estudou Línguas e Literaturas e Cultura na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e sempre gostou de escrever. “Tenho cinco anos de diferença para o meu irmão e, muitas vezes, brincava sozinha, pelo que gosto muito de histórias. No meu 5º ano, juntamente com uma colega, tínhamos uma história muito complexa e decidimos começar a escrevê-la. Foi aí que tudo começou”.
O livro fala de um mundo onde as pessoas deixaram de ter esperança. No entanto, há uma empresa que ajuda a devolver a felicidade. “O livro segue o Vicente, que é o agente prodígio da empresa, onde ele começa por perguntar o que é realmente a felicidade”, conta a autora, adiantando que, a partir daí, desenrola-se toda a história, que é uma ficção.
A ideia base surgiu quando “estava a ver um filme e havia uma pessoa muito triste, que ninguém ia visitar. Pensei: e se houvesse uma empresa que nos ajudasse?”.
A jovem escritora revela que se inspira naquilo que a rodeia e tenta colocar no papel o que sente. “Tento expressar-me o melhor possível. Há muitas pessoas que não se conseguem expressar e eu tento colocar no papel aquilo que elas sentem”, afirma, adiantando que o livro é escrito na segunda pessoa e envolve “muitos sentimentos negativos, o que leva o leitor a entrar na própria história à procura da esperança”.
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