Por isso, apelou ao Governo para encarar este projeto “como um desígnio nacional”, que será “vital para o sucesso desta região e um impulso indispensável ao seu desenvolvimento”.
No documento estratégico da CIM para os investimentos prioritários para o Douro, apresentado e enviado a várias entidades, a ferrovia surge como a primeira opção (linha do Douro), depois o projeto de navegação no rio (Douro’s Inland Waterway), e também o Itinerário Complementar (IC) 26 na rodovia. “O documento expressa bem quais são as nossas prioridades”, frisa Carlos Santiago, que falava na sessão de encerramento do debate sobre “A Linha do Douro, um futuro que tarda”, organizado pela Associação Vale D’ouro e pela Câmara de Peso da Régua, que contou com mais de uma centena de convidados, cidadãos e autarcas interessados em discutir o cenário de reabertura da ligação transfronteiriça via Barca d’Alva.
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