Trata-se de um projeto de conservação de habitats naturais e de potenciação de plantas autóctones, como explicou Luísa Jorge, chefe de divisão de áreas classificadas do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), no decorrer das comemorações dos 40 anos do PNM, assinalados esta sexta-feira: “Consiste no controlo de vegetação arbustiva, potenciar a regeneração espontânea de espécies arbóreas autóctones, na melhoria de antigos lameiros que estavam abandonados e potenciar a sua manutenção como lameiro e ainda uma pequena intervenção numa área com invasoras, as acácias”.
As áreas de intervenção de eliminação de invasoras e de regeneração arbustiva autóctone, nomeadamente sobreiro, representam cerca de 400 hectares para a recuperação de floresta, cerca de 100 hectares em
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