Quinta-feira, 7 de Julho de 2022

Mais um ano completo, mais um exemplo de sucesso

Apesar da redução do número de espectáculos, o Teatro de Vila Real voltou a surpreender, em 2006, obtendo uma das taxas de ocupação média mais altas do país: 91,7 por cento. As co-produções, os festivais e ciclos de concertos e as grandes produções teatrais prometem fazer parte da programação de 2007, do qual se realça, […]

Apesar da redução do número de espectáculos, o Teatro de Vila Real voltou a surpreender, em 2006, obtendo uma das taxas de ocupação média mais altas do país: 91,7 por cento. As co-produções, os festivais e ciclos de concertos e as grandes produções teatrais prometem fazer parte da programação de 2007, do qual se realça, já hoje, a estreia nacional de “Achadas e Perdidas”, uma comédia da autoria da actriz brasileira Maitê Proença.

 

Em 2006, o Teatro de Vila Real recebeu mais de 276 mil visitantes, entre os quais se destacam os 66 mil espectadores dos 381 espectáculos realizados. Números de sucesso avançados por Vítor Nogueira, o Director da casa de espectáculos vila-realense, que, mais uma vez, se mostrou satisfeito com “a consolidação” do Teatro.

Segundo o mesmo responsável, apesar de ter diminuído o número de espectáculos (menos 11 que a média de 2004 e 2005), a taxa de ocupação subiu, de 87,7 por cento, em 2005, para 91,7.

Em termos de número de visitantes, 65.795, o Director do Teatro sublinha que a infra-estrutura tem atingido o objectivo de servir de pólo cultural da região.

“O nosso desejo era ser uma força centrípeta que atraísse a população, por motivações diversas”, relembrou o mesmo responsável, sobre o objectivo que tem vindo a ser cumprido, ao longo dos três anos de funcionamento, do Teatro de Vila Real que, em 2006, registou “mais 110 mil visitantes do que a Casa da Música, no Porto”.

Para além do sucesso de actividades como o Festival de Teatro 27, o Douro Jazz e o Ciclo de Concertos de Verão, Vítor Nogueira sublinhou as seis co-produções estabelecidas com outras entidades e as estreias nacionais que conseguiram pôr a capital de distrito transmontano, no mapa cultural português. Opções que conquistaram o público, no ano passado e que, este ano, deverão receber uma renovada aposta da Direcção da casa de espectáculos, como explicou o seu Director.

“Queremos continuar a fazer do Teatro um centro de produção artística, estabelecendo co-produções e acordos de residência artística”, referiu Vítor Nogueira, recordando a estreia, amanhã, do espectáculo “Aqui ninguém perde a cabeça por um braço”, uma co-produção com a “T Zero – Associação Cultural e Primeiro Andar”.

Relativamente à aposta nas estreias nacionais de grandes espectáculos de teatro, o Director confirma que, em 2007, os esforços da programação também seguem esse caminho e prova disso é a estreia, hoje, da digressão portuguesa da peça “Achadas e Perdidas”, da autoria da actriz brasileira Maitê Proença. Interpretada pela própria Maitê Proença e por Cláudia Borioni, o espectáculo promete fazer rir os portugueses, com as duas actrizes a interpretar dezoito personagens diferentes.

“São várias histórias distintas que falam de amor, de futebol, da morte, dos homens, de mulheres e de raparigas. Graça e densidade fundem-se, num espectáculo divertido, delicado e inteligente”, adianta o Director da casa de espectáculos, sobre a peça que estreará hoje e que regressará ao palco do Grande Auditório, amanhã, passando, depois, a uma digressão nacional, seguindo para Lisboa

 

Maria Meireles

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