Manuela Tender liderou a única lista a sufrágio, que concorreu aos três órgãos distritais: Comissão Política Distrital, Mesa Distrital e Conselho de Jurisdição Distrital.
Em comunicado, Manuela Tender explica que a candidatura representa “uma linha de continuidade e simultaneamente de renovação”, sublinhando que o objetivo passa por concluir o trabalho iniciado em 2024.
“É preciso concluir o processo de organização interna, de estruturação da participação e comunicação e de crescimento do partido iniciados”, afirmou a deputada, acrescentando que “esta continuidade é acompanhada por alguma renovação”, visível na composição da Comissão Política Distrital, da Mesa Distrital e na criação do Conselho de Jurisdição Distrital, um novo órgão de âmbito distrital.
Entre as prioridades definidas para o novo mandato estão a conclusão da constituição das 14 concelhias do distrito, a criação de um núcleo da Juventude Chega, o reforço do gabinete de apoio ao militante e do gabinete de comunicação, bem como a constituição de um gabinete de estudos distrital a partir do conselho distrital.
Segundo o comunicado, o objetivo é “consolidar o crescimento do Chega no distrito e afirmar o partido como a verdadeira alternativa de governo local e nacional”.
Manuela Tender considera que o facto de ter sido a única candidata “responsabiliza ainda mais” a equipa agora reeleita, uma vez que os militantes “deram a oportunidade de concluir o projeto iniciado em 2024”.
A deputada acrescenta, ainda, que não interpreta a inexistência de listas concorrentes como um sinal de falta de pluralismo interno. “Não vejo a ausência de oposição interna como sinal de unanimismo, mas antes como um voto de confiança dos militantes”, afirma.
Para a Mesa Distrital recandidatou-se o atual presidente, Armando Carvalho, enquanto Ana Maria Pinto de Almeida liderou a candidatura ao Conselho de Jurisdição Distrital.




