Informação confirmada por Alexandre Favaios, presidente da Câmara de Vila Real, que referiu que o último fim de semana foi exigente, com o registo de cerca de 35 ocorrências, maioritariamente relacionadas com quedas de árvores e instabilidade de muros, situações que criaram “alguma pressão adicional sobre os serviços municipais”. Apesar disso, não se verificaram ocorrências graves, nem situações comparáveis às registadas noutras regiões do país.
Entre as situações mais significativas, destaque para a queda de uma árvore de grande porte, próximo das Carnes Aleu, no circuito internacional e condicionou o trânsito no local, assim como um poste, que cortou a circulação na rua Carreira Longa. No bairro da Traslar, uma parte de um telhado voou e caiu, mas,
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM,
Aceda à sua conta em Entrar
Nas aldeias do concelho ocorreram várias derrocadas, que foram sendo resolvidas pelas juntas de freguesias com a ajuda da Proteção Civil Municipal. Foi o caso de Tuizendes, na freguesia de Torgueda, onde a carrinha do padeiro ficou presa numa artéria da aldeia sem conseguir sair após uma derrocada, que foi resolvida no dia seguinte pela junta de freguesia.
Relativamente às vias de comunicação, Alexandre Favaios referiu que “não existe” qualquer via condicionada, no entanto, os terrenos estão “saturados e sem capacidade de absorção de água, o que aumenta o risco de abatimentos e pequenas derrocadas”.
A VTM foi às ruas falar com as pessoas sobre o estado do tempo nos últimos dias, que ficaram marcados pela queda de neve, vento e chuva forte.
O condutor João Martinho revela que quando existe neve na estrada, “reduz a velocidade e opta por não ter comportamentos de risco, como ultrapassagens”.
Já Manuel Martins referiu que, para além de reduzir a velocidade, opta por circular “em estradas onde não exista tanta acumulação de gelo”.
Para além da chuva persistente, está prevista a queda de neve para as regiões mais altas, algo que para a autarquia não é uma preocupação, visto que o município está a proceder “a uma monitorização constante da situação, com o posicionamento estratégico de meios em vários pontos do concelho, de forma a garantir uma resposta rápida a eventuais ocorrências”.
O presidente da câmara destacou ainda o trabalho articulado entre os serviços municipais de Proteção Civil e os presidentes de junta de freguesia, cuja colaboração tem sido fundamental para “a resolução célere da maioria das situações registadas no terreno”.
Alexandre Favaios alertou ainda que podem ocorrer alguns fenómenos pontuais, como abatimentos de terras ou derrocadas, garantindo, no entanto, que os meios da Proteção Civil vão estar “na primeira linha” para responder rapidamente e repor a normalidade sempre que necessário.






