Em resultado da forte precipitação dos últimos dias, o rio Tâmega galgou as margens, provocando estragos em habitações, lojas de comércio e equipamentos municipais.
Mas também a circulação rodoviária tem sofrido constrangimentos. Esta manhã, as filas eram longas e, segundo alguns condutores que foram dando conta da situação através das redes sociais, houve quem demorasse “mais de uma hora para percorrer 500 metros”.
A VTM falou com Sílvio Sevivas, da Proteção Civil de Chaves, que fez um balanço das ruas em que o trânsito está mais condicionado.
“Neste momento, a estrada Nacional 2, que liga o E.Leclerc ao Jardim Público está condicionada assim como a Rua D. Afonso III, a Rua do Caneiro, a Rua da Amizade, a Rua da Solidão, a Alameda do Trajano e a Alameda da Galinheira. Depois temos o Caminho do Refúgio que está intransitável”, contou.
Confrontado com as queixas de alguns condutores, Sílvio Seveivas explicou que “em algumas zonas, o trânsito está demorado porque muitas pessoas não respeitam a sinalética. Querem tentar passar, algumas apenas por curiosidade”.
A VTM sabe também que, junto ao Museu Nadir Afonso, há um parque de estacionamento praticamente inundado e, daí, ser desaconcelhado o estacionamento de viaturas nesse parque.
Pede-se, portanto, “bom senso e compreensão” aos condutores tendo em conta as condições climatéricas adversas que se faze sentir neste momento. O cenário está longe de estar resolvido até porque se prevê que, nas próximas horas, caudal do rio Tâmega continue a subir.




