Segunda-feira, 16 de Maio de 2022

Meios aéreos reforçam combate a incêndio em Bragança

Os bombeiros pediram, na manhã de hoje, apoio de meios aéreos portugueses e espanhóis para combater o incêndio que deflagrou na sexta-feira numa zona de difícil acesso do Parque Natural de Montesinho

O incêndio começou durante a madrugada de sexta-feira, em Lama Grande, e obrigou a uma colaboração entre meios portugueses e espanhóis durante o dia de ontem. Ao início da noite, uma frente ativa em território português mobilizava 110 operacionais e 34 veículos de diferentes corporações do distrito de Bragança.

Porém, a previsão do comandante dos Bombeiros Voluntários de Bragança, Carlos Martins, não se verificou e o incêndio continua ativo, tendo obrigado, esta manhã, ao pedido de meios aéreos.

Carlos Martins referiu à agência Lusa que “há uma frente ativa” do lado português deste parque natural raiano e que se aguardava esta manhã a chegada meios aéreos “porque é uma zona de muito difícil acesso” para os operacionais no terreno. “Continua a arder, embora com menos intensidade, é certo”, mas disse ainda ser “prematuro” avançar quando é que o incêndio pode ser extinto.

De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Bragança, neste momento, o incêndio mobiliza 86 operacionais, 25 viaturas e cinco meios aéreos, “três portugueses e dois espanhóis”.

Recorde-se que o incêndio, ainda ativo, “começou por volta das duas da manhã (de sexta-feira), na zona de Lama Grande”, freguesia de França, junto ao Parque Natural do Montesinho. “A maior parte do tempo, (o fogo) esteve do lado espanhol, mas foi passando para o território português. Nunca, em momento algum, houve populações ou pessoas em perigo. Ardeu mato e algum pinho”, explicou Carlos Martins em declarações à VTM.

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