Em Alijó, nas três secções de voto instaladas na biblioteca e no teatro municipal, a afluência após o almoço foi constante. Em conversa com a VTM, os elementos iam afirmando a sua confiança numa taxa de abstenção baixa. Houve mais eleitores a exercerem o seu direito, uma vez que na freguesia de Alijó a taxa de abstenção em 2021 foi de 61,2% e agora de 46,3%.
Ermelinda Gomes, eleitora nesta freguesia, explicou à VTM que vem “sempre votar, porque é um dever”, mas nesta eleição presidencial sentiu que “era ainda mais importante vir”. Eram “mais candidatos e dizem que as diferenças são pequenas” entre eles, por isso o reforço do seu voto. Apesar de se ter batido o número de candidatos à presidência, Ermelinda Gomes sentiu-se esclarecida e informada, tendo acompanhado a campanha eleitoral. No entanto, conhece muita gente que não votou, porque “não querem ter nada a ver com a política”.
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Comprar este artigo — 1,00€As diferenças curtas das sondagens nos dias que antecederam as eleições poderão ter resultado na maior participação, como também aconteceu na mesa de voto do auditório municipal de Sabrosa. Quando a VTM foi a esta secção de voto, não havia eleitores à espera para exercer o seu direito, mas estávamos perto da hora do almoço. A essa hora já tinham votado cerca de 330 eleitores em 1.068 inscritos.
Também em Vila Pouca de Aguiar, nas três secções de voto da biblioteca municipal, o movimento era pouco, mas a grande maioria dos eleitores já por lá tinha passado, contaram-nos os elementos de cada mesa.
Sem qualquer problema, e sempre dentro da normalidade, os eleitores aproveitaram as primeiras horas do dia para manifestar a sua vontade, mas não houve muitas filas, ao contrário do que aconteceu nas recentes autárquicas, como comprovámos na altura.





