Mensagens erradas ou mal intencionadas?

Tive o cuidado de conferir títulos de primeira página ou, se não erro, aberturas de telejornais relativas a afirmações do Fundo Monetário Internacional (FMI) respeitantes ao crescimento da economia portuguesa. A maneira como eram apresentadas as previsões desta instituição apontava no sentido da catástrofe. Sobretudo as que diziam respeito à economia portuguesa. Num determinado momento […]

Tive o cuidado de conferir títulos de primeira página ou, se não erro, aberturas de telejornais relativas a afirmações do Fundo Monetário Internacional (FMI) respeitantes ao crescimento da economia portuguesa. A maneira como eram apresentadas as previsões desta instituição apontava no sentido da catástrofe. Sobretudo as que diziam respeito à economia portuguesa.

Num determinado momento e, perante afirmações peremptórias de um meu interlocutor, saiu-me, num repente, a afirmação: “se são do FMI, estão erradas”. Dogmatismo quanto baste, convenhamos. Mas eu não me conformo com cenários catastrofistas. Sobretudo, e não sou original na afirmação, porque já mostrámos a nós próprios como fomos capazes de ultrapassar situações difíceis. Aliás, a nossa história tem vários exemplos disso mesmo. Porquê,

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