Na primeira sessão de julgamento, o arguido, de 55 anos, optou pelo silêncio. Está a responder pelos crimes de homicídio qualificado, na forma tentada, por atos preparatórios de um crime de incêndio, explosões e outras condutas especialmente perigosas, assim como por posse de armas proibidas.
O caso remonta a 3 de agosto de 2024, quando o arguido tocou à campainha e entrou no posto por volta das 19h00, após o colega, que estava sozinho, ter visto que era o militar na reserva, que ali trabalhou cerca de 20 anos.
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