Depois do descerramento da placa que assinala esta data, o historiador e arqueólogo António Pereira Dinis, que é também coordenador do projeto “Restauração do Concelho de Mondim de Basto – 1898-2018”, explicou o desenrolar do processo de restituição do concelho do Mondim de Basto, tendo dado nota de que este esteve extinto entre 1896 e 1898 e integrado no concelho vizinho de Celorico de Basto e no distrito de Braga. Por decreto de 13 de janeiro de 1898, do ministro e secretário de estado dos negócios do reino, José Luciano de Castro, o concelho de Mondim de Basto foi restaurado com todas as suas freguesias, com exceção de Lamas de Olo, tendo sido reintegrado no distrito de Vila Real.
Seguiram-se as intervenções de todos os representantes dos partidos com assento nesta Assembleia Municipal.
O presidente da Câmara, Humberto Cerqueira, no seu discurso de encerramento da sessão solene, falou deste marco da história do concelho que merece ser recordado e exaltado porque lhe foram restituídos a autonomia e direitos municipais outorgados há vários séculos.
Para o presidente da autarquia, “um concelho é muito mais que uma divisão administrativa. É sobretudo uma comunidade que se revê na sua história. Assinalar a história é a melhor forma de garantir o futuro.”
O Grupo Coral e Artístico de Nossa Senhora da Graça – Vilarinho foi responsável pelos momentos musicais que animaram a cerimónia.



