O Museu Manuel Cuco, inaugurando a 12 de julho de 2025, reúne património relativo às origens da aldeia. A ideia partiu de António Reis, antigo presidente da junta, que explica ter sido um processo amadurecido ao longo dos anos. “Já tínhamos algum material guardado e preservado. Faltava-nos um edifício próprio”, refere, revelando que a oportunidade surgiu quando uma família Manuel Cuco, com raízes antigas na aldeia, doou o imóvel, permitindo avançar com a recuperação do espaço e a organização do espólio.
A maior parte das peças expostas foi oferecida por habitantes da própria aldeia. Utensílios agrícolas, alfaias, objetos do quotidiano e elementos ligados aos ofícios tradicionais compõem um núcleo essencialmente etnográfico, que retrata modos de vida de várias gerações. “O objetivo é manter viva a memória dos nossos antepassados”, sublinha António Reis, destacando a forte adesão da população à iniciativa.
O atual presidente da junta, Alexandre Araújo, enquadra o museu como ponto de partida para um projeto mais ambicioso. “Queremos dar a conhecer o que foi e o que é Calvão. Este espaço representa os nossos costumes e atividades, mas a intenção é projetar tudo isso para fora do museu”, afirma. Artigo exclusivo PREMIUM
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