Quarta-feira, 6 de Julho de 2022

Novo programa informático facilitará gestão de processos

Apesar de, para já, não estar previsto o reforço do número de técnicos das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco de Vila Real, até ao final de Março, também o essas unidades ficarão a ganhar, com a implementação de um programa informático que “permitirá trocar informações e facilitar a gestão dos processos”. […]

Apesar de, para já, não estar previsto o reforço do número de técnicos das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco de Vila Real, até ao final de Março, também o essas unidades ficarão a ganhar, com a implementação de um programa informático que “permitirá trocar informações e facilitar a gestão dos processos”.

 

Mais uma vez, a Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Moniz, deslocou-se, a Vila Real, no dia 11, para se reunir com as Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco (CPCJR) de Vila Real, um encontro que serviu para fazer um balanço do trabalho desenvolvido e registar as suas principais dificuldades.

“A nossa metodologia de trabalho é juntar, periodicamente, os parceiros, para afinar procedimentos independentes de um conjunto de medidas que já estão a ser lançadas, como, por exemplo, a colocação dos 128 técnicos nas Comissões, com um maior número processual, a nível nacional”, sublinhou Idália Moniz, voltando a realçar, no entanto, que, no caso de Vila Real, esse reforço de recursos humanos não irá acontecer, “pelo menos, para já”.

Armando Leandro, Presidente da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, que também marcou presença, na reunião com as comissões vila-realenses, confirmou a informação da Secretária de Estado, contabilizando que “Vila Real é um distrito médio, que tem cerca de 120 a 130 casos”. No entanto, o mesmo responsável salientou que “este é um processo que vai continuar, em harmonia com o levantamento das necessidades” e que, caso se justifique, também as comissões vila-realense deverão receber mais profissionais.

“Há, também, um esforço a fazer, junto das entidades e das instituições, para que valorizem o trabalho das comissões, escolhendo pessoas com perfil, dando o tempo indispensável ao exercício das suas funções e, também, respeitando a prioridade dessas mesmas funções. Há melhorias a fazer. A comunidade deve valorizar este trabalho”, defendeu Armando Leandro.

O Presidente da Comissão Nacional salientou que “neste momento, todo o sistema está a ser fortificado, pela formação de mais de 4.000 elementos das 269 Comissões de Protecção que existem em Portugal, um processo que deverá estar concluído entre finais de Março e início de Abril, altura em que a rede de CPCJR será consolidada, graças à implementação de um programa informático que vai permitir a gestão de todos os processos.

“Cada processo será inserido dentro dessa aplicação e será trabalhado e gerido pelos próprios técnicos das Comissões, permitindo partilhar as informações”, explicou Idália Moniz, adiantando que o programa já foi adjudicado e ficará alojado, informaticamente, no Instituto de Informática e Estatística da Solidariedade Social.

 

Maria Meireles

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