“Estive a treinar o São Lourenço do Douro. Na altura tinha quase tudo acertado com o Atei, mas foi uma proposta irrecusável, por ser perto de casa”.
Entretanto, esta época tinha decidido parar para acompanhar de perto o filho, que joga no Paços de Ferreira, no entanto, surgiu o convite do FC Santa Marta, através do empresário José Cardoso. Depois, o presidente foi a Paredes falar comigo, e vi que havia um interesse sério e aceitei o convite”.
A direção pediu-lhe para colocar a “rapaziada feliz. Como o campeonato ainda estava a começar, encontrei o plantel um pouco desanimado, mas receberam-nos bem e os resultados também ajudam. Entramos em campo para ganhar sempre os três pontos”.
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