Vila Real“Os órgãos de comunicação social são nossos parceiros na partilha de informação”

“Os órgãos de comunicação social são nossos parceiros na partilha de informação”

oni Ferreira, relações públicas da GNR de Vila Real, esteve no podcast do jornal A Voz de Trás-os-Montes, onde afirmou que “a nossa relação com os meios de comunicação social é boa”, admitindo que os mesmos são “nossos parceiros na partilha de informação”.

E isso acontece de “duas formas”. Segundo Joni Ferreira, a informação pode ser transmitida “através dos comunicados que emitimos ou quando os órgãos de comunicação social nos contactam para pedir esclarecimentos sobre operações realizadas ou eventos dos quais têm conhecimento”. Em todos os casos, “compete-nos a nós validar a informação em causa”, afirma, admitindo que “não pode haver dúvidas do tipo de mensagem que vamos passar, até porque pode dar azo a diferentes interpretações”.

“A comunicação social ajuda-nos a passar informação às populações, como no caso das queimas e queimadas, de forma a que as pessoas estejam conscientes das regras que têm de cumprir”, indica, destacando, também, o facto de a GNR desenvolver “um conjunto de operações ao longo do ano relacionadas com a prevenção rodoviária, no sentido de reduzir a sinistralidade”.

Ainda no âmbito das florestas, “usamos a comunicação social para fazer chegar às pessoas os procedimentos que são legalmente estipulados e obrigatórios para, numa fase inicial, e antes de proceder à fiscalização, alertar e sensibilizar a população”, vinca.

Outra das situações em que a comunicação social tem um papel “importante” é na questão de “alertar as pessoas, nomeadamente os idosos e os que vivem sozinhos ou isolados, para as burlas”, salienta o militar, dando conta de que “os criminosos têm-se adaptado aos novos tempos, usam novas técnicas e, nesse sentido, também a GNR se tem vindo a atualizar”.

“Hoje em dia, tem que desconfiar de tudo e ser cauteloso”, frisa Joni Ferreira.
Questionado sobre os seus hábitos de leitura, o militar admite ser um adepto do jornal em papel. “Gosto de ler, mesmo ao fim de semana, e em formato de papel, embora o digital seja, de facto, o futuro. Mas não acredito que o papel venha a desaparecer”.

“A comunicação e a informação são fundamentais para manter as sociedades informadas”, conclui.

A conversa completa está disponível no site do jornal A Voz de Trás-os-Montes. O podcast “A falar é que a gente se entende” pode, também, ser ouvido no Spotify.

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