O único interesse do Governo que se notou foi o da descentralização de competências para as autarquias, aliviando o executivo de António Costa de setores sempre incómodos para a governação, nomeadamente a saúde e a educação. Mesmo assim, sem que esse processo se tenha ainda tornado viável, na maior parte dos casos porque as autarquias o não veem com bons olhos se não forem acompanhados pelos meios (leia-se verbas) necessários à sua materialização.
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