Para um Douro onde se possa viver com dignidade

“Podemos e devemos ultrapassar a triste sina em que quiseram mergulhar a Casa do Douro” A Casa do Douro (CD) nasceu, em 1932, para resolver, ou, pelo menos, ajudar a vencer a gravíssima e prolongada crise que, naquela época, atingia os viticultores. Ao longo de dezenas de anos, a CD, com virtudes e defeitos, cumpriu […]

“Podemos e devemos ultrapassar a triste sina em que quiseram mergulhar a Casa do Douro”

A Casa do Douro (CD) nasceu, em 1932, para resolver, ou, pelo menos, ajudar a vencer a gravíssima e prolongada crise que, naquela época, atingia os viticultores.

Ao longo de dezenas de anos, a CD, com virtudes e defeitos, cumpriu o essencial da sua missão. Escoou vinhos aos viticultores, impedindo que deles se aproveitassem os menos escrupulosos; garantiu-lhes empréstimos; construiu o cadastro e chegou a distribuir alimentos!

Só que a memória colectiva é, para alguns, dentro e fora do Douro, de curtíssima duração! Os pequenos interesses falam mais alto!

-PUB-

Quando escoava vinhos e executava outras tarefas socialmente úteis, diziam que a CD “não fazia

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