Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2025
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Entre a Humanidade vinda do Criador nasceram Homens de pais bons. “Bons”, isto é, que, para além do “pão de cada dia” que tinham de granjear – (“Comereis o pão com o suor do rosto”) – têm a habitual preocupação de O bendizer e agradecer pelos bens materiais, morais e espirituais recebidos constantemente e viverem […]

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Entre a Humanidade vinda do Criador nasceram Homens de pais bons. “Bons”, isto é, que, para além do “pão de cada dia” que tinham de granjear – (“Comereis o pão com o suor do rosto”) – têm a habitual preocupação de O bendizer e agradecer pelos bens materiais, morais e espirituais recebidos constantemente e viverem habitual e espiritualmente unidos a Ele. Este pensamento acerca do Criador era ainda um pouco velado, pois as revelações e manifestações feitas por Si próprio haviam sido poucas, embora as essenciais, para que as criaturas tivessem uma ideia suficiente para O reconhecerem como seu Criador-Providente, O louvarem e O adorarem!

Entretanto, os filhos, educados pelos pais nesta fé e iluminados extraordinária e excepcionalmente por Ele, tornaram-se Homens mais unidos ao Criador e mais perfeitos, perante os outros homens, pelo que eram reconhecidos e estimados pelos seus conterrâneos – o que convinha, para serem escolhidos.

Então, Deus foi-se-lhes revelando como tal, instruindo-os, no que Ele desejava, para bem de toda a Humanidade. Daqui, o significado da palavra “Profeta”: aquele que fala em nome de outrem, no caso concreto, em nome de Deus.

Os mais conhecidos são Moisés, Abraão e David, mas houve muitos mais. Desde os primeiros Profetas, Deus escolheu a geração da qual havia de nascer Jesus, o Salvador da Humanidade. A Escritura descreve a genealogia histórica de Jesus, empregando a palavra “geração”. Houve 42 gerações: tal profeta “gerou” tal profeta, este gerou aquele e assim por diante.

Ao chegar quase ao fim, diz: “Jacob gerou José, esposo de Maria (de Nazaré), da qual nasceu Jesus”. Não diz: “… José gerou Jesus”, porque assim não foi; pois, “ainda não coabitavam e tudo foi obra do Espírito Santo, sem a intervenção de José, como o Anjo anunciara”.

Este termo “Jesus” significa “Salvador”, também chamado “Emmanuel”, que significa “Deus connosco – Deus no meio dos Homens”. A Sua vida está descrita, nos Evangelhos, pelos quatro evangelistas: Mateus, Marcos, Lucas e João – até à Sua vida, como “Redentor”, que significa que “nos remiu, nos resgatou do pecado original” em que vivia toda a Humanidade. Assim nos livrou do poder incessante do “demónio” que significa “inimigo, mau”, que tentava fazer-se todo o mal, a seu bel-prazer. Assim, Jesus abriu-nos as portas dos Céus! Foi Ele o primeiro a lá entrar, na Sua Ascensão, donde tinha vindo, 30 anos antes…

A esta acção de Jesus chama-se “Redenção-Salvação”, cujos actos fulcrais consistem em três acções de Jesus: a Sua Morte, Ressurreição e a Instituição da Eucaristia. Esta, por sua vez, consistiu em Jesus ter transformado, ou, melhor, ter transubstanciado (mudado a substância) o pão e o vinho que estavam sobre a mesa, no Seu Corpo, Sangue e Divindade – como era visto pelas pessoas.

Para vivermos a(s) Páscoa(s) com proveito, preparemos a nossa alma, tornando-a pura e limpa, para podermos receber a Santa Eucaristia, pelo menos no Dia de Páscoa e nos dias mais próximos que a antecedem e prosseguem. Depois, conservemos este grande amor a Jesus, exposto nos Sacrários, na forma de Santíssimo Sacramento. E amemo-Lo, pedindo-Lhe que nos dê este amor, a nós e a todo o “mundo – tão imundo”, e que “renove a face da Terra”, em Amor e Paz, sem fim.

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