Eram 9h00 em ponto quando a comitiva do Partido Comunista Português (PCP) iniciou a sua ação em favor do Sistema Nacional de Saúde (SNS), em Vila Real.
À porta do centro de saúde nº1, os comunistas foram abordando trabalhadores e utentes, dando a conhecer as suas ideias para reforçar o SNS, numa altura em que os esforços estão voltados para o combate à pandemia.
“É sabido que o SNS está sob uma grande pressão com o combate à pandemia e tem conseguido cumprir um papel fundamental. Sem o SNS estaríamos muito pior, mas é preciso olhar para a necessidade de o SNS regressar à normalidade, retomando o tratamento de todas as outras doenças que não a Covid-19 e para isso é necessário tomar medidas”, referiu Gonçalo Oliveira.
O dirigente deu como o exemplo a necessidade de “abrir mais camas, contratar mais profissionais, aproveitar todos os recursos disponíveis no SNS”, lembrando que “estas são medidas de urgência aprovadas no Orçamento de Estado. O Governo não tem desculpa para não pôr isso em prática”.
Gonçalo Oliveira destacou, ainda, o elevado número de contratos precários existentes, referindo que “aquilo que o Governo tem vindo a fazer é contratar médicos e enfermeiros a prazo, com contratos de quatro meses. Claro que isso não é positivo. Os profissionais de saúde que estejam a trabalhar lá fora não vão regressar para assinar um contrato deste género, sem ter garantias de que depois ficará com um contrato melhor”.




