Sábado, 17 de Abril de 2021

Petição em defesa da Linha do Douro é entregue hoje ao Presidente da Assembleia da República

O documento que defende “a completa requalificação e reabertura da Linha Ferroviária do Douro até Barca d’Alva e Espanha”, lançado em junho de 2019 e subscrito por mais de 13 mil pessoas, vai ser entregue hoje ao presidente da Assembleia da República, numa audiência concedida à presidência da CIMDOURO, Liga dos Amigos do Douro Património Mundial, Fundação Museu do Douro e entidades da Região do Norte.

Recorde-se que o objetivo inicial da Liga dos Amigos do Douro Património Mundial e do Museu do Douro era a recolha das quatro mil assinaturas necessárias para que a petição fosse discutida no parlamento, número que foi largamente ultrapassado.

Hoje, as duas entidades que lançaram a petição, juntamente com a CIM Douro e outras instituições da Região do Norte vão ser recebidas na Assembleia da República onde a Linha do Douro voltará a ser discutida.

O facto de o governo não ter incluído esta infraestrutura no Plano de Investimentos 2030 levou à criação da petição pública onde é reclamada a requalificação e a abertura da Linha Ferroviária do Douro pela relevância no contexto da classificação do Douro como Património Mundial pela UNESCO, o contributo direto para a dinamização da economia e consequente fixação de população, a garantia de maior atividade turística e a promoção de uma vertente transfronteiriça que interessa a Portugal, Espanha e à Europa. 

O texto da petição lembra mesmo que “a requalificação da Linha do Douro poderá ser vetor fundamental no turismo na região por ligar quatro patrimónios da Humanidade: o Porto, o Alto Douro Vinhateiro, Foz Côa e Salamanca”.

O dia de hoje é visto pela região do Douro como uma “janela de esperança” para que a Linha Ferroviária volte ao território e possa “abrir a porta ao futuro”, tal como escreve Luís Pedro Martins, presidente do Turismo Porto e Norte, no artigo de opinião publicado hoje no jornal Público.

 

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