A esperança de aumentar a facturação em alguns sectores de actividade, localizados ao longo da EN2, entre Peso da Régua e Chaves, e EM 312, entre Peso da Régua e Vila Real, ainda não se sentiu nos movimentos comerciais. “De facto, há mais carros a passar, mas ninguém pára para comprar ou tomar alguma coisa”, reconheceu, ao Nosso Jornal, José Costa, proprietário de um café na zona de Telões.
Em Pedras Salgadas, o trânsito também aumentou, mas as pessoas que vão a loja de José Eduardo “são quase as mesmas”, contou o seu proprietário.
A Sul do distrito, em Vila Real, Santa Marta de Penaguião e Régua, a realidade é idêntica. Mais tráfego em Alvações do Tanha, Vilarinho dos Freires, e na zona da Portela, mas ainda sem qualquer efeito no movimento comercial antes da abertura da A24, entre Peso da Régua e Chaves.
Um dos problemas que os automobilistas estão a alegar é a falta de sinalização da EM 312, entre o nó de Tanha e Peso da Régua, mormente entre Vilarinho dos Freires e a entrada do Corgo. A estrada não tem sequer a marcação de linha contínua ou descontínua, o que obriga os condutores a redobrada atenção.
Um dos efeitos mais sensíveis da entrada em vigor das portagens, é a quebra acentuada de movimento na A24 e as filas formadas nas estações de correio e nas instalações do ACP, no Jumbo, para a aquisição do identificador e o pedido de isenções para circular na auto-estrada.



