Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2026
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Vila RealPresidente da autarquia pede inclusão de Vila Real na Declaração de Situação de Contingência 

Presidente da autarquia pede inclusão de Vila Real na Declaração de Situação de Contingência 

A autarquia já registou “mais de 70 ocorrências, num processo de levantamento que continua em curso".

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O presidente da Câmara Municipal de Vila Real, Alexandre Favaios, solicitou ao secretário de Estado da Administração Local, Silvério Regalado, a inclusão do concelho de Vila Real na futura Declaração de Situação de Contingência, na sequência dos elevados prejuízos provocados pelas intempéries das últimas semanas.

Em comunicado, a autarquia explica que o período invernal e as sucessivas tempestades que têm atingido o país comprometeram o normal funcionamento de vários territórios, afetando o quotidiano de populações, instituições e organizações.

Em Vila Real, a intensa pluviosidade, que se manteve ininterrupta durante mais de 15 dias, aliada às características edáficas e orográficas do concelho, provocou “múltiplas ocorrências, sobretudo abatimentos de muros de suporte e deslizamentos de terras, consequência da saturação dos solos”, acrescentou a autarquia.

Até ao momento, estão registadas “mais de 70 ocorrências, num processo de levantamento que continua em curso. A reposição da normalidade nestas e nas restantes situações implicará um esforço financeiro muito elevado, difícil de suportar exclusivamente com recursos municipais”.

Entre os casos mais graves contam-se quatro cortes de estrada: a interrupção do trânsito na EM313, em Nogueira, que impede o acesso ao concelho do Peso da Régua; o abatimento da Avenida 1.º de Maio, no centro da cidade; o corte da EM que liga Cales (freguesia de Lordelo) à União de Freguesias de Borbela e Lamas de Ôlo; e a via que liga Cales à localidade de Ramadas, na freguesia de Vila Marim.

Na carta enviada ao governante, o presidente da câmara sublinha que “urge encontrar mecanismos de auxílio que permitam aos municípios repor a normalidade nos seus territórios no mais curto espaço de tempo possível”.

A autarquia aguarda agora a decisão do Governo, reiterando a necessidade de uma “resposta célere” que garanta a segurança de pessoas e bens e a rápida recuperação das infraestruturas afetadas.

 

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