A escolha recolheu “unanimidade” junto do júri, constituído por Nuno Júdice, Fernando Pinto do Amaral e Pedro Mexia.
De acordo com o júri, a escolha baseou-se no “sólido trabalho de investigação acerca da inovação e da invenção dos cientistas portugueses durante os séculos XV e XVI que permitiram dar uma base indispensável para o sucesso das navegações que puseram a descoberto o caminho marítimo para oriente”, sublinha a Fundação da Casa de Mateus em comunicado, adiantando que na obra se desvenda “todo um mundo que permanecia ignorado ou menosprezado pelos estudiosos internacionais, muito por culpa da nossa própria ignorância da cultura desse período, a que este livro vem dar relevo, com uma escrita acessível e também
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