No entanto, o autarca lamenta que tenha existido “decisões superiores” que entenderam que o serviço poderá funcionar a 22 quilómetros de distância de Torre de Moncorvo e a 32 do epicentro das minas, em contentores “sem a menor dignidade para os pacientes e para os profissionais que ali se deslocam e trabalham”.
Nuno Gonçalves sublinha ainda que a unidade de Torre de Moncorvo está subaproveitada e são “gastos milhares de euros anualmente no aluguer desses mesmos contentores”, além de se disponibilizar umas centenas de milhares de euros para a construção de uma nova unidade hospitalar em tudo idêntica àquela que está subaproveitada em Torre de Moncorvo. Aliás, “segundo um estudo entregue no Ministério da Saúde, esse serviço de urgência básica permitiria uma poupança de cerca de 3.000.000,00 € ao Orçamento de Estado”.
O edil falava à margem da sessão de abertura de monitorização da atividade da ULS Nordeste, que decorreu no Cineteatro de Torre de Moncorvo, onde destacou ainda o “bom relacionamento que existe com a ULS Nordeste, com quem quer continuar a ter esta parceria na melhoria das condições de saúde prestadas aos utentes”.




