SIC/SIC Notícias, RTP, TVI/CNN Portugal e CMTV/NOW apontam para que António José Seguro e André Ventura sigam para a segunda volta das presidenciais, que tem data marcada para 8 de fevereiro. Esta é a segunda vez que os portugueses terão de escolher um Presidente da República à segunda volta, tendo acontecido apenas em 1986.
A sondagem à boca das urnas da SIC/SIC Notícias aponta para que António José Seguro possa ter entre 30,8% e o 35,2%, enquanto André Ventura poderá ter uma votação entre 19,9% e o 24,1%. Depois destes dois candidatos, surgem João Cotrim de Figueiredo (entre os 16,3% e 20,1%), Henrique Gouveia e Melo (entre os 9,2% e 12,4%) e Luís Marques Mendes (entre os 9,1% e 12,3%).
A projeção da SIC/SIC Notícias estima que a abstenção se situe entre os 35,6% e 40,6%.
A televisão pública, a RTP, aponta para António José Seguro possa ter entre 30 a 35 por cento dos votos e André Ventura entre 20 e 24 por cento. João Cotrim de Figueiredo (entre 17 a 21 por cento dos votos) está no terceiro lugar da sondagem, seguido de Henrique Gouveia e Melo (entre 11 a 14%), enquanto Luís Marques Mendes é quinto, podendo arrecadar entre 8% a 11% dos votos.
Quanto à abstenção, o estudo da Católica para a RTP estima que a abstenção se cifre entre 37% e os 43%.
A projeção de resultados da TVI/CNN Portugal aponta para que António José Seguro possa alcançar um máximo de 35,2% dos votos. André Ventura segue como segundo candidato mais votado, com um máximo de 24,1% dos votos. Os restantes candidatos seguem na mesma ordem das projeções anteriores, com João Cotrim de Figueiredo (20,1%), Gouveia e Melo (12,4%) e Marques Mendes (12,3%).
A sondagem que serve de referência para a CMTV/NOW, projeta a passagem de António José Seguro com 33,6% e André Ventura com 25% à segunda volta. Cotrim de Figueiredo surge como terceiro mais votado (17,9%), enquanto atrás surgem Gouveia e Melo (14,9%) e Marques Mendes, com 12,3%.
Se as projeções das televisões nacionais sobre a afluência às urnas pelos eleitores se verificarem, esta pode ser a taxa de abstenção mais baixa desde 2006.






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