Os quatro arguidos pretendem a desqualificação dos crimes, com a acusação a ficar-se pelas ofensas corporais, pedindo que sejam reunidas mais provas do que terá acontecido na madrugada fatídica.
Recorde-se que a 21 de dezembro, na Avenida Sá Carneiro, em Bragança, Luís Giovani Rodrigues, de 21 anos, foi espancado, acabando por morrer uma semana depois, no Hospital de Santo António, no Porto.
Da investigação, resultou a identificação de sete homens, com idades entre os 24 e os 35 anos, indiciados da prática de quatro crimes de homicídio qualificado agravado, sendo um na forma consumada e três na forma tentada.
Giovani sofreu lesões severas por ter sido agredido violentamente com paus, cintos, murros e pontapés quando estava em pé, mas sobretudo quando já estava tombado no chão.
Nenhum dos sete arguidos acusados pelo Ministério Público pela morte do estudante cabo-verdiano confessou ter agredido o jovem de 21 anos, sendo que a prova apresentada se baseia em testemunhos e escutas telefónicas.






