O 40º aniversário da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) ficou marcado pelo discurso do reitor interino, Jorge Ventura, que criticou a decisão do Supremo Tribunal Administrativo, que validou a eleição do Conselho Geral com o voto de “braço no ar”.
“Lamentavelmente, e como é de conhecimento público, vivemos um período particularmente crítico e inquietante, com repercussões danosas para a reputação da instituição, situação, a meu ver, e é uma opinião, e perdoem-me, ma s não posso deixar de a dizer, agravada pela recente decisão do Supremo Tribunal Administrativo (STA)”, disse Jorge Ventura, reitor interino da UTAD, acrescentando que, ao validar o procedimento de cooptação de seis das sete personalidades externas para “integrarem o nosso Conselho Geral, através de votação por braço no ar com voto de qualidade da senhora presidente interina, poderá levar a que a eleição do novo reitor não seja percebida como expressão inequívoca da vontade coletiva, pairando sob a sombra de um formalismo que não deve corresponder ao espírito das instituições universitárias, instalando-se inevitavelmente a dúvida quanto à transparência, à independência e à robustez democrática do processo”.
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM,
Aceda à sua conta em Entrar





