Antes da cerimónia oficial de aniversário, o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre disse aos jornalistas que “é absolutamente fundamental” a eleição do novo reitor. “A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro está há muito tempo em gestão corrente, o que limita muito a sua capacidade de desenvolvimento estratégico. Não pode fazer mais de questão corrente e, no caso do curso de Medicina, por exemplo, vai abrir este ano 40 vagas, mas o contrato de programa só deverá poder ser assinado com o novo reitor”, lembrou.
Mesmo assim, o ministro alertou que na implementação do curso “vai haver um atraso” em resultado desta situação. “A dimensão institucional e a qualidade de funcionamento institucional são decisivas para o serviço que as universidades e, neste caso a UTAD, têm que dar à região e ao país”, pormenorizando que o atraso não será no início do ano eletivo, mas “sim na preparação das condições para o funcionamento do curso de medicina”. No entanto, a instituição “assegura que estarão reunidas para o funcionamento do primeiro ano do curso de medicina”.
O ministro participa esta tarde no 40º aniversário da UTAD, que vai assinar com 18 municípios da região um memorando para a colaboração no âmbito do curso de Medicina que abre em 2026/27.
A assinatura do memorando envolve autarquias que estão abrangidas pela Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro (ULSTMAD), parceira na criação do Mestrado Integrado em Medicina.




