Em declarações à VTM, Rodolfo Cidré explicou que o atual executivo, liderado por Isabel Ferreira, em vez de fazer “uma rutura com o passado, vemos a continuidade acrítica das políticas dos executivos anteriores, personificada na insistência em obras como o Museu da Língua Portuguesa e a recente aquisição de livros de um ex-presidente de câmara PSD, desalinhada com a prática de aquisições do município”, afirma, vincando que esta “deriva é agravada por uma postura de hostilização constante a qualquer voz divergente, num clima que protagonizou a demissão do anterior presidente da concelhia de Bragança, Artur Pires”.
Acrescentou que outras das razões para se demitir está relacionada com a nomeação do chefe de gabinete de Isabel Ferreira na câmara municipal. O escolhido foi José Pires, ex-militante do Chega.
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