O autarca critica o poder central de atuar com medidas insuficientes ao longo dos anos, adotando por um “discurso que nunca corresponde a uma prática que inverta a terrível situação em que vive o interior do país”, onde o despovoamento, envelhecimento e a falta de serviços são uma dura realidade.
Rui Santos, conta à VTM, que o desenvolvimento territorial da região passa pela adoção de “medidas concretas” não apenas para o próximo OE, mas para as próximas “três ou quatro legislaturas, de forma a ser traçada uma estratégia que compreenda o plano fiscal, educativo e territorial”.
Quanto a essas ações, o presidente da Câmara defende que uma intervenção a nível fiscal seria fundamental para a fixação de
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