Jorge Fidalgo, licenciado em História de Arte, pela universidade do Porto, e mestre em Educação, pela universidade do Minho, há muito que deixou o ensino para se dedicar ao concelho de que diz gostar muito: Vimioso. Preocupado em fixar pessoas e criar emprego no território, tem concretizado medidas de apoio à população e investidores, como venda de terrenos a um cêntimo por metro quadrado para empresas e particulares, atribuição de mil euros e vacinação a cada bebé nascido no concelho, manuais escolares gratuitos, e muitas outras políticas num combate permanente à desertificação do interior. Presidente da Comissão Política Distrital do PSD de Bragança, defende a descentralização do poder central e a regionalização como única solução para que seja criada uma verdadeira coesão territorial, que diz ser urgente no país.
VTM – A sua aposta para este seu segundo mandato é, uma vez mais, a fixação de pessoas e a criação de emprego no concelho. Como tem concretizado estes projetos?
Jorge Fidalgo – Somos um município que, naquilo que depende da câmara municipal, já atingiu o limite. Isto é, vendemos terrenos a um cêntimo o metro quadrado para empresas e particulares, cobramos zero por licenciamento, não aplicamos a taxa de derrama às empresas, apoiamos a natalidade e a educação, damos mil euros por nascimento, oferecemos as vacinas, alimentação, manuais escolares, estamos a suportar a creche com 35 crianças quase a cem por cento, com custos na ordem dos seis mil euros mensais, e não temos um
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