O espetáculo integra o programa comemorativo dos 40 anos da companhia e constitui a quarta estreia de um conjunto de iniciativas que assinalam esta data marcante.
Inspirada num dos textos mais emblemáticos do teatro clássico grego, a nova criação transporta o público para uma Tebas recriada na paisagem do Vale do Côa, explorando o universo do deus Dionísio e das suas seguidoras, as Bacantes. A produção resulta de uma residência artística desenvolvida no Museu do Côa e propõe uma aproximação contemporânea ao teatro grego, promovendo uma forte ligação entre a criação artística, o património e o ambiente natural envolvente.
Com encenação de David Carvalho e assistência de Cristina M. Carvalho, o espetáculo conta com interpretações de André Legoinha, Bibiana Mota, Inês Medeiros, Luís Pereira, Paulo Magalhães, Silvano Magalhães, Sinas Pereira e Sofia Duarte, envolvendo ainda alunos do curso de Teatro e Artes Performativas da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
A componente técnica reúne Pedro Carlos no som e Carlos Carvalho na iluminação, enquanto a comunicação e produção estão a cargo de Cristina M. Carvalho e Silvina Lopes.
Durante a residência artística, que decorre a partir de 15 de junho, a equipa criativa estará disponível para partilhar com a comunidade, visitantes e órgãos de comunicação social os bastidores deste projeto, concebido em estreita relação com a paisagem e a identidade cultural da região.
A produção conta com o apoio da Direção-Geral das Artes, da Fundação Côa Parque, da Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa e do Teatro de Vila Real.
Após a estreia, “As Bacantes” inicia digressão a 26 de junho no Teatro de Vila Real, seguindo depois por diversos municípios da região. As apresentações decorrerão sobretudo em espaços públicos e patrimoniais, como museus, castelos e centros históricos, reforçando a proximidade entre o teatro e as comunidades locais.





