VTM – Está a chegar ao fim o seu primeiro mandato como reitor da UTAD. Que balanço faz destes quatro anos à frente da maior academia transmontana?
Fontainhas Fernandes – Tendo tomado posse em julho de 2013, altura de grande complexidade decorrente da forte redução do financiamento e da crise financeira, foi necessário implementar reformas estruturais essenciais para a sua sustentabilidade que permitiram alcançar resultados financeiros equilibrados e que se traduziram na diminuição do peso do orçamento do Estado no orçamento da UTAD. Os últimos dados publicados comprovam que 57% do orçamento da universidade são já receitas próprias, ou seja, a contribuição do Orçamento de Estado é de 43%, sendo certo que o aumento das receitas próprias envolve uma forte componente de fundos regionais e de projetos europeus. As reformas estruturais passaram por uma organização interna, que envolveu a concentração de toda a atividade letiva e de investigação no campus. São exemplos conhecidos a resolução de problemas antigos relacionados com o ex-DRM, a Escola de Enfermagem, o polo de Chaves, exemplos esses de soluções que contribuíram para a diminuição da despesa.
De uma forma geral, creio que a sociedade civil e as instituições congéneres reconhecem hoje que a UTAD está
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