Esta tradição terá tido origem no século IV, quando uma mulher pediu a São Brás para salvar o seu filho, que tinha uma espinha entalada na garganta. O santo realizou o milagre e, desde então, foi escolhido para ser o protetor das doenças da garganta. Julga-se que a forma da gancha em bengala estará relacionada com o báculo episcopal do santo, que era bispo.
A tradição começou por ser religiosa e, com o tempo, ganhou cariz popular, repetindo-se ano após ano, na Vila Velha, onde são colocadas barraquinhas para as doceiras locais venderem este rebuçado, feito à base de açúcar.
Fátima Pinto, que herdou a receita das ganchas da avó, revela que “isto só leva água e açúcar, mas até o caramelo ficar no ponto certo,
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