Na nossa cidade, na verdade existem barreiras arquitectónicas que não permitem nenhuma autonomia e mobilidade aos deficientes motores.
Nos passeios junto das passadeiras foram feitos rebaixamentos, supostamente para permitir as cadeiras de rodas acederem mais facilmente à estrada e poderem atravessar. Mas quem de facto experimentou ou testou? É impossível um deficiente motor conseguir circular sozinho essa zona e atravessar a rua, isso posso eu garantir. Eu não o consegui fazer sem ajuda e obrigando a que me colocassem na passadeira com a cadeira virada de costas, atravessando-a nessa posição, para a circulação se poder fazer mais rápido.
Já para não falar dos ditos paralelos das ruas que se encontram desalinhados e com falhas, obrigando
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