“O walking football é muito mais do que futebol. É, sobretudo, inclusão”, afirma, dando conta que “temos participantes que viviam sozinhos e que, através desta atividade, criaram novas rotinas. Passaram a ter um motivo para sair de casa e conviver”.
Apesar do crescimento a nível nacional, Rute Silva admite que em Vila Real ainda há poucas equipas, são seis ao todo. O objetivo passa por “expandir a modalidade a mais municípios, idealmente com uma equipa em cada concelho”, indica. Para isso, a FPF tem vindo a realizar ações de sensibilização, como aconteceu em Mondim de Basto.
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