O frenesim tem sido constante, desde a sua reabertura que novos e menos novos, portugueses e estrangeiros têm visitado o castelo e se têm espantado com a perfeição da recuperação arquitetónica operada.
Orlando Alves, presidente da Autarquia, afirmou em comunicado que não está admirado. “Sinceramente não me surpreende estes números, tendo em conta o trabalho perfeito que foi feito e o facto de estarmos perante uma obra emblemática”, afirmou. Acrescentou ainda que, ao lado do castelo, existe outra obra que já indicava este sucesso. “O Ecomuseu de Barroso recebe, todos os anos, 30 a 40 mil pessoas. Isto diz bem da beleza e da importância que o concelho representa. Temos uma terra visitável. O castelo é a ‘sala de visitas’. A musealização está concluída”, concluiu.
Atá ao momento, a obra custou um milhão e meio de euros, financiada pelo Portugal 2020, através do PO Norte, da União Europeia e do FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional). No entanto, ainda há algo a fazer, a denominada “torre invertida”. Orlando Matos adiantou que vai sugerir à Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) que haja uma proposta de recuperação desse espaço, mais especificamente a criação de um elevador panorâmico.





