Inspirado simbolicamente pela Estrada Nacional 2, o Festival continua a consolidar-se como uma plataforma de acesso livre à cultura e um motor de dinamização para o concelho de Chaves, tal como afirmou à VTM o vice-presidente da autarquia, Francisco Melo. “É um festival diferente. É urbano, inserido num jardim centenário, junto à ponte de Trajano e à zona histórica da cidade. Temos aqui árvores com mais de 100 anos. Está-se aqui muito bem”, referiu no arranque do Festival.
Francisco Melo sublinhou que ao longo dos anos, o evento tem evoluído não apenas no cartaz musical, mas também nas condições oferecidas ao público. “Temos vindo a melhorar as condições de habitabilidade deste espaço, do serviço, da permanência. As pessoas podem vir, podem comer aqui, podem estar. Ou seja, não precisam de ir ao restaurante e depois voltar, ficam logo por aqui”, destacou.
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