Carlos Martins adiantou à Lusa que a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Bragança e o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) assinaram um protocolo, no dia 01 de junho, para a criação de um segundo Posto de Emergência Médica (PEM) na corporação.
É a única corporação de bombeiros do distrito de Bragança que tem dois postos.
Na prática, significa que os bombeiros de Bragança passam a ter duas ambulâncias do INEM, cada uma com uma equipa em permanência, mais o subsídio correspondente.
Segundo o comandante, em média, por mês, a corporação faz “400 saídas de emergência médica”, tendo por vezes, diariamente, seis ocorrências em simultâneo.
Desta forma, a maioria do socorro está a ser assegurado pelas oito ambulâncias dos bombeiros, que, de acordo com o comandante, estão “muito bem equipadas”, mas os dados demonstram que um PEM era “manifestamente insuficiente”.
Apesar de garantir que o socorro nunca ficou comprometido por só terem um PEM, Carlos Martins admitiu que este reforço é uma grande ajuda financeira para a associação humanitária.
“É uma grande ajuda, porque há um subsídio mensal para fazer este serviço, que visa cobrir quer as despesas com pessoas, com o veículo, com os combustíveis e com os materiais que são gastos no socorro”, disse.
O INEM paga às corporações de bombeiros, por cada Posto de Emergência Média, um subsídio de 10.800 euros por mês.
No distrito de Bragança, das 15 corporações, 12 são Postos de Emergência Médica.






