A exposição, inaugurada no dia 2 de agosto, nasceu do desejo de Manuel Vitorino “mostrar tudo aquilo que havia criado” ao longo da sua trajetória artística, que se iniciou “ainda em criança, quando andava na escola e já apresentava muita habilidade para trabalhos manuais.”
Apesar de demonstrar aptidão artística desde muito cedo, o primeiro quadro só surgiu em 1960, já em idade adulta. “Esse quadro é fruto de uma aposta com um desenhador. Eu disse que era capaz de fazer melhor do que ele num concurso em Lisboa. Ele não fez nada e eu fiz este a lápis, que veio a ganhar o terceiro lugar”, relembra.
Ao todo, estão expostos dezenas de trabalhos produzidos com técnicas e materiais diversos, como aguarela, tinta da China, madeira, pedra e recortes reutilizados, que segundo ele, nasceram da sua “espontaneidade, criatividade e vontade de executar”.
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