Eleito com quase 74% dos votos, e com um pleno no número de vereadores (5), Guilherme Pires, que até este ano foi vice-presidente da autarquia, garante que o resultado não o surpreendeu, tendo em conta “o trabalho que fomos desenvolvendo ao longo dos últimos 12 anos”.
Questionado sobre a rejeição da lista independente, apoiada pelo PS, por parte do tribunal, e as acusações que foram feitas ao PSD nesse sentido, Guilherme Pires garante que “havia assinaturas repetidas e falsificadas”, com as pessoas “a perguntarem-nos o que tinham que fazer para expor o caso”.
“Foi uma situação que me criou um dilema. Se não dissesse nada podia privilegiar a minha candidatura, por causa da divisão de votos da oposição. Por outro lado, o meu sentimento foi a legalidade, porque não podia compactuar com uma situação destas. Fizemos a nossa exposição e agora o caso está em tribunal, sendo que agimos em prol da democracia. As pessoas têm que ser leais”. Artigo exclusivo PREMIUM
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