Quando o fenómeno da identidade se valoriza, cada vez mais, e em que o seu passado é o seu BI, então a Casa do Douro deveria ser, até só por esse argumento, aquilo que sempre foi, o representante de todos os agricultores numa região que carece, cada vez mais, de motivação e de pessoas. Além da identidade espelhada no seu património, físico, cultural, económico e ecológico, é necessário que o Homem Duriense se reconheça na paisagem, integrando-se nela, até só por isso, uma instituição como a Casa do Douro faz falta, não com a fórmula que tem adoptado ao longo destes últimos anos, mas como Instituição, que embora representa lavoura, deverá, obviamente, emparceirar com todos
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