Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2022
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Levi Leandro
Levi Leandro
Engenheiro. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

A Injustificável Leveza da Mentira, da Ética e da Responsabilidade

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Os socialistas começaram logo a meter água com a carta assinada pelo líder da autarquia, onde fez constar aos munícipes, que a água não sofria aumento de preço em 2020. Consultem a fatura de 5 de maio referente aos consumos de 12/02 a 8/04 de 2020, apliquem os preços praticados em 2019, e facilmente constatam que a fatura subiu. Mas insatisfeito, o vereador da “água” resolveu dar-nos uma “lição de ética” e, então, promove a esposa nos serviços que ele próprio chefia. Mas este senhor que julga ter jeito para o humor, de forma irresponsável, resolveu brincar com o Carvalho Araújo e com as árvores, e de modo vergonhoso publicou nas redes sociais…, “Elas (as árvores) escondem o nosso herói (Carvalho Araújo), que queremos destacar e evidenciar”. Isto é, demonstrativo da vulgaridade, da boçalidade, do não saber estar, e não saber assumir as responsabilidades políticas que se impunham.

Em fevereiro assistimos na obra da Avenida, a uma violação da lei e a um ataque ao nosso património cultural pelo vereador do urbanismo. Quantas vezes este edil terá incumprido a lei? Alguma vez este senhor explicou, porque não a cumpriu na obra da Avenida? Soube assumir responsabilidades? Claro que não, e em nenhuma das situações, o que fez o líder da autarquia? Pactuou.

Depois veio o Plano de Urbanização (PUCVR), que reduziu os terrenos de área construível, prejudicando de forma abusiva e discriminatória os munícipes. Apesar de se terem efetuado vários debates, estes tiveram o seu expoente máximo na freguesia de Constantim, onde o vereador do urbanismo teve que abandonar a reunião “com um andar diferente”, pois, ouviu o que a maioria deste tipo de políticos costuma ouvir, “elogios assertivos”.

No final de junho de 2020, o líder da autarquia deu a conhecer aos Vila-realenses que não “gere a coisa pública”, a “olhómetro”, e que os munícipes não têm o direito de “achar…”. O senhor em questão está enganado, os cidadãos têm todo o direito de opinar e no caso da “Loja do Cidadão”, este senhor terá um lugar no Guiness, pois parece ser o único autarca no país, que detém o exclusivo de ter pago com o dinheiro dos munícipes, 23 meses de rendas num total de 253mil €uros por um espaço que nunca utilizou (fev./19 até dez./20). Realmente não foi a “olhómetro”, mas terá sido a “€urómetro”?

Para terminar vem o famigerado PUCVR, aprovado em Assembleia Municipal de uma forma, publicado em Diário da Républica de outra (FALSIFICADO?), quis o destino que em 12 unidades operacionais (SUOPG) do PUCVR, alterarassem apenas uma estreita linha, que por coincidência, segundo o jornal Observador, vai beneficiar o presidente da junta de Arroios. Diz também o jornal que um técnico que analisou o processo afirmou que o dono do terreno pode realizar “operações de loteamento simples, sem necessidade de articular com os outros interessados naquela SUOPG… permitindo a venda do terreno com outra facilidade e outros lucros”. Neste caso não há lapsos informáticos, porque aquela linha só se deslocou por intervenção humana, por isso não desculpabilizem falsos honestos ou coitadinhos, mas responsabilizem-se os políticos envolvidos, que julgam poder viver num regime de impunidade, por se considerarem os Donos Disto Tudo.

Concluo citando Mark Twain: “É mais fácil enganar as pessoas, do que convencê-las que foram enganadas”. 

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