LÍDERES?
Existem semelhanças curiosas, entre o presidente Favaios e a vereadora Alina. Alegadamente, ambos serão “controlados” por duas figuras que “trabalham” em Lisboa: um, pelo deputado Rui Santos, outra, pelo chefe de gabinete do ministro da Agricultura. Ambos, são presidentes de direito, das respetivas comissões políticas….
ADIN
Alegadamente, o Engº pró bono, (será?), continua a frequentar as instalações da empresa algumas vezes por semana. Quem dirige de facto a AdIN? Para que socialista está reservado o lugar de diretor executivo? Os autarcas do PSD pactuam com esta situação? Continuam a ser efetuados descontos para a Caixa de Previdência dos Advogados e Solicitadores, relativamente ao responsável comercial da empresa? O decoro está em vias de extinção.
PSD
É preocupante que o Chega tente ser o líder da oposição. A vereadora do PSD, na política, parece gostar de andar sempre atrás. Nestes oito meses de mandato, pouco ou nada fez para assegurar uma oposição firme ao PS. A senhora entrou na política a correr, mas esqueceu-se que ainda não sabe andar…, sendo incapaz de desempenhar o papel para o qual foi eleita.
Ser social-democrata é uma opção e não um sinal de competência. Há militantes sempre presentes e outros que são autênticas portas giratórias, entram e saem quando lhes convém. Aliás, visível nas nomeações no nosso concelho.
O PSD precisa de recuperar identidade ideológica e afastar-se da lógica dos caciques e das promessas destinadas a controlar votos internos. São necessários militantes com uma carreira profissional, que exerçam a sua função com transparência, competência e sentido de serviço público.
HABITAÇAO SOCIAL
Os vila-realenses precisam de mais habitação social, o PS, em 11 anos, não construiu nenhuma. Na quinta do Almor foram construídos 180 fogos, cuja atribuição terá decorrido em 9 de maio, com normalidade, pois não há, até agora, registo de qualquer irregularidade. No entanto, a relação preço/qualidade dos apartamentos parece-me muito discutível.
A CMVR pagou, com dinheiro do PRR 25,752 milhões de euros, por 13.266,5m², tendo, cada apartamento custado, em média, 143 mil euros, que me suscitam algumas questões:
O preço por m² (1.941,13€) foi superior em 41,38% ao valor máximo admitido (1.373€/m²). Como se justifica esta diferença?
Consta-se que há algum desconforto com as áreas dos apartamentos: Como já assinaram o auto de receção provisória da obra, receberam-na de acordo com o contratado?
As cozinhas só apresentam móveis da banca para baixo? Será verdade que a CMVR mandou fazer uns móveis para colocar nas cozinhas? Já haverá varandas com o chão levantado? Há polibãs que ainda não têm resguardo?
Os socialistas não fizeram uma inauguração com pompa e circunstância, como gostam, mas acho que a obra o justificava. Nem festa, nem imprensa, e esta não pôde divulgar a obra nem registar a satisfação dos novos moradores. Porquê? Terão algo a esconder?





