Foi em 1994 que tudo começou. Nessa altura, “entre cassetes, emissões experimentais e improviso”, Maria José Afonso descobriu não só o jornalismo, mas também a própria voz. “Para mim, dizer um olá era muito complicado. A rádio ajudou-me a nascer outra vez”, recordou.
Desde então, o percurso construiu-se com histórias, sobretudo de “gente simples, de aldeias esquecidas”, até porque “a rádio é muito mais do que companhia. É inclusão, é cidadania, é dar palco a quem nunca o teve”, afirmou.
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