Domingo, 25 de Setembro de 2022

Adega de Favaios presente na promoção da região

Fundada em 1952, a Adega de Favaios é uma referência no concelho de Alijó e também na região do Douro, em que se destaca o seu famoso moscatel.

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Sendo uma das maiores empregadoras do concelho, a adega marca presença em muitas festividades com o apoio que dá para a sua realização e a Nossa Senhora da Piedade, uma das mais importantes da região Norte, não poderia ficar de fora, até porque há viticultores de Sanfins do Douro que são associados da adega, como explicou à VTM Mário Monteiro, presidente da adega. “Temos associados de Sanfins do Douro e não poderíamos ficar indiferentes a esta que é uma das maiores romarias da região. Apoiamos esta e outras que se fazem no concelho de Alijó”.

Com o aproximar da vindima, o presidente mostra-se cauteloso em fazer previsões, uma vez que o calor não está a ajudar no desenvolvimento das uvas. “Já tivemos boas expectativas, mas, neste momento, o calor veio estragá-las. Por isso, vamos ter uma vindima bem abaixo do que estávamos a prever. Teremos menos recolha de uvas em relação ao ano passado”, revela, adiantando que também não consegue saber a qualidade do produto. “As uvas ainda não estão maduras, por isso é difícil estar a fazer esse tipo de previsão”.

Apesar de o futuro próximo não ser animador, Mário Monteiro revela que o primeiro semestre foi “muito bom”. Agora, no segundo, “estamos otimistas, mas com medo do que aí vem. Temos de estar atentos e prudentes, com a inflação e com a guerra, que já se notou em julho. Esperamos que não se verifique nos próximos meses”.

Com novos produtos à conquista do mercado, como o Casa Velha Rosé e um Reserva, que “estão os dois muito bons”, o presidente da adega refere que “lançámos há pouco tempo o Casa Velha Branco, da vindima do ano passado e, ainda, um Porto 20 anos. Estamos a ter uma boa aceitação no mercado, porque são muito bons”.

Cada vez mais virados, também, para a exportação, o responsável pela Adega de Favaios revelou que estão a exportar para novos mercados como Brasil, Inglaterra e Suécia. “Com o Canadá já tínhamos relações comerciais, como temos em mercados importantes, como Luxemburgo, Suíça, França e Alemanha, países da diáspora”.

Nos últimos anos, a adega tem-se destacado ao arrecadar várias distinções nacionais e internacionais, que colocam o vinho que ali se produz entre os melhores do mundo.

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